Bruno Braz trabalha como músico. Ele é o segundo suspeito do grupo criminoso preso pela Delegacia de Defraudações e Falsificações. O primeiro foi o empresário Luiz Paulo Jacob de Macedo, 28 anos. O mandado de prisão contra ele foi cumprido na segunda-feira (25), na sede da empresa de confecções que ele é proprietário, localizada no bairro Brisamar, na Capital. As investigações mostraram que com os sites de vendas falsos os suspeitos conseguiram receber mais de R$ 400 mil das vítimas.
O trabalho da polícia para identificar os responsáveis pelo crime começou no ano passado. Os levantamentos mostraram que o grupo criou mais de 15 páginas falsas de vendas de produtos na internet. Nelas eram comercializados eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Para atrair os clientes os criminosos garantiam, por meio de um selo, que o site era seguro. As pessoas acreditavam e efetuavam as compras, o dinheiro ia para as contas pessoais dos suspeitos e como os produtos oferecidos não existiam as vítimas ficavam com o prejuízo. 181 pessoas foram enganadas pelos estelionatários.
“A DDF conseguiu identificar 16 suspeitos, que utilizaram, na execução dos crimes, CNPJ de empresas estabelecidas. Eles também são vítimas das fraudes praticadas. Além de criarem empresas com a utilização de documentos falsos e endereços inexistentes, o suspeito Bruno Braz, por exemplo, aparece como proprietário de uma das empresas fictícias usada na criação dos sites falsos, com endereço na av. Duque de Caxias, Centro de João Pessoa, e como titular de uma conta bancária na qual as vítimas depositaram os valores correspondentes às negociações através de transferências ou boletos bancários”, disse o delegado da DDF, Lucas Sá.
A descoberta da atuação dos suspeitos no esquema criminoso se deu graças a decretação de medidas cautelares relacionadas à quebra de sigilo bancário, telemático e telefônico. Com a identificação de todos os investigados e descoberta dos sites criados de maneira fraudulenta, a Delegacia de Defraudações e Falsificações espera concluir as investigações, indiciando todos os suspeitos pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato e organização criminosa que somados podem resultar em uma condenação de 18 anos de reclusão. A autoridade policial também vai pedir à Justiça o bloqueio e sequestro de todos os bens dos suspeitos, para garantir o ressarcimento das vítimas.
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Fonte: ClickPB
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