No ano passado, a gestão de Luciene fechou contrato por dispensa de licitação com a empresa Clindimagem Clínica de Diagnóstico por Imagem LTDA. para locar um tomógrafo no valor de R$ 404 mil.
Após denúncias de sites e blogs a respeito do superfaturamento do contrato, a promotora do caso, Maria Edlígia Chaves Leite abriu uma Notícia de Fato para apurar o caso e constatou que a empresa tem apenas um empregado declarado na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e capital social que varia, apenas, de R$ 10 mil a R$ 50 mil – valor quase dez vezes inferior ao contrato firmado.
PBAGORA
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