“Fiz minha cirurgia, ia perder minha virgindade com meu namorado que me meteu logo um chifre pra eu deixar de ser besta”, escreveu a jovem que recebeu alertas e críticas de que está contribuindo com o cenário de objetificação do corpo feminino.
"Se prostituir não é problema, o problema é rifar uma mulher como objeto", disse um internauta. "Nem consigo tirar sarro de tão triste que é", opinou mais um.
Com a repercussão negativa, a youtuber se defendeu e rebateu as críticas. “Eu quero fazer essa rifa, o corpo é meu! As regras são minhas! Vou fazer sexo com um homem desconhecido, porém, ele me conhece e me quer a ponto de comprar a rifa. Única diferença de sexo de balada é que eu vou estar sóbria e vou ganhar dinheiro!”, disse Ana.
De acordo com a youtuber, a rifa ainda não começou, mas todos os assinantes de seu site adulto concorrem automaticamente.
"Se prostituir não é problema, o problema é rifar uma mulher como objeto", disse um internauta. "Nem consigo tirar sarro de tão triste que é", opinou mais um.
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