A central de Monitoramento, como próprio nome diz: monitora internos que aderiram às tornozeleiras eletrônicas, no regime semi aberto. De 19 ate 21 de julho de 2016, o instrutor da Spacecom deu aos agentes penitenciários as informações sobre os equipamentos, os softwares e os protocolos que devem ser usados no dia a dia dos agentes da Central. As aulas em laboratório foram organizadas pela Escola Penitenciária do RN, na Escola de Governo do RN.
A empresa que fornece a tecnologia, Spacecom, está presente em dezesseis (16) Estados e no Distrito Federal. Baseada em Curitiba/PR, a empresa tem expertise no ramo e notória credibilidade nacional. As tornozeleiras são usadas ainda na operação “Lava Jato” que vem ganhando as manchetes na imprensa brasileira. Ao todo são 500 equipamentos em operação e a Sejuc solicitou mais cento e vinte e cinco (125) dispositivos que em breve estarão disponibilizados para o Sistema Prisional do Rio Grande do Norte. Cada tornozeleira custa ao Estado R$275,00 Reais por mês.
Segundo Robson Slompo, da Spacecom, o Rio Grande do Norte vem sendo citado em outros Estados como exemplo bem sucedido do emprego das tornozeleiras eletrônicas. A medida representa mais ressocialização para os internos do SISPEN que tem a oportunidade de dormir em casa e trabalhar, inseridos na família e na sociedade, ao mesmo tempo que são monitorados pela Sejuc. A SEJUC/RN, é referencia no Brasil em Monitoramento de apenados utilizando tornozeleira eletrônica.
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