De acordo com a polícia, o esquema funcionava da seguinte forma: o funcionário do INSS lançava dados falsos no sistema para gerar benefícios. Ou seja, eles aumentavam a folha do Instituto com beneficiários fantasmas. Foram, pelo menos, 185 fraudados, sendo que 33 benefícios eram pensões por morte no valor de R$ 4 mil. Os demais,aposentadorias rurais de um salário mínimo.
Durante todo o dia de ontem a Polícia Federal cumpriu 17 mandados de prisão preventiva, 11 de prisão temporária e 30 de busca e apreensão em sete cidades paraibanas.
O esquema começou a ser desbaratado depois que uma agricultora procurou o INSS, em Campina Grande, e denunciou a existência de empréstimo feito no nome dela. Ela disse que se aposentou por intermédio de uma agente de saúde.
"Ela nos relatou que mesmo sendo aposentada nunca tinha entrado numa agência do INSS. Isso é praticamente impossível de acontecer", informou o gerente executivo do INSS, em Campina Grande, Eleumar Meneses Sarmento.
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